A invenção que revolucionou a civilização
Acompanhando a evolução da humanidade, podemos afirmar que a invenção da roda é a essência da civilização e a chave do desenvolvimento tecnológico.
Ainda que abordemos superficialmente a história da roda, é fascinante observarmos a capacidade do homem em sua marcha para o progresso e a revolução do transporte.
Nos primórdios da Idade da Pedra, o homem transportava volumes em seus próprios braços e ombros, quando descobriu que arrastar um peso facilitava seu trabalho. Mas, como dispendia muito esforço e tempo, procurou novas alternativas.
O primeiro tipo de transporte surgiu como um arado primitivo, construído com pranchas de madeira sobre troncos cilíndricos de árvores que mais tarde, e com muita criatividade, recebeu um eixo fixo no lugar das toras e discos de madeira nas extremidades. Nascia a roda.
Essa primeira criação exclusiva do homem trouxe economia de trabalho e tempo, além de proteger a carga de acidentes em obstáculos. Mas como a madeira se desgastava, colocou-se uma "sola" de ferro para aumentar a resistência da roda e aperfeiçoá-la.
As civilizações adiantadas, como egípcia, grega e romana, utilizavam rodas de carvalho raiadas e trabalhadas em suas carroças e bigas, puxadas por homens e animais.
Com a inevitável modernização, a tração animal foi substituída por veículos automotores a vapor, que também tornaram-se obsoletos com o advento do automóvel dos nossos dias.
Com a alta dos combustíveis, surgiu a necessidade de veículos mais leves e de menor consumo, gerando inúmeras pesquisas de materiais com peso inferior ao aço, que resultaram na produção de rodas de magnésio.
Em meados dos anos 70, passamos a fabricar rodas, utilizando a liga leve alumínio/silício, de menor peso e maior resistência mecânica que as de magnésio.
Dentre as inúmeras vantagens das rodas de liga leve, podemos citar reduções de: peso para o veículo, consumo de combustível e desgate de freios/suspensão. Além de oferecer maior estabilidade, segurança, resistência a impactos e durabilidade.